O editor está morto. Viva o interator!

Quem trabalha com comunicação nos meios digitais deveria ter uma tecla F5 própria e clicá-la várias vezes ao dia. É o tratamento contra a dinossaurização precoce, doença que pode derrotá-lo em poucos meses. Há, no entanto, um tratamento alternativo que começa com uma atualização radical na sua forma de agir, meu velho. Você não é mais e tão-somente um editor, você precisa se tornar um interator.

Mas, que diabos, é isso? Primeiramente não confunda o termo com o tabajara som “intereitor”. Falo aqui de uma nova função que você já exercita mas que nunca teve oportunidade de rotular. O interator é o comunicador que faz o seu trabalho conectado com a audiência. O sujeito que dá ouvidos, que estimula, que dá visibilidade à opinião da audiência e que persegue o usuário buscando a compreensão dos desejos e anseios dessa audiência, da sua forma de pensar e de agir.

interator, numa redação web, num site corporativo e, mais além, em qualquer mídia, busca sistematicamente conhecer seus públicos e estabelecer relações com seus usuários. Ele é o sujeito que age como um catalisador da interação com a audiência. E faz valer sua credibilidade e conhecimento nos espaços de participação da audiência para esclarecer dúvidas e arbitrar os debates como um informado e capacitado mediador.

A idéia desse espaço é discutir temas que qualifiquem esse princípio e relatar boas práticas para uma relação mais próxima entre os produtores de conteúdo e os públicos que o acessam.

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